Artigo
ARAPUTANGA – Avenida tem água parada há meses, no Bairro São Sebastião
Partindo da Rua Dom Pedro II, a Avenida Marechal Rondon se estende até ao recinto de festa do peão
pot - Sebastião Amorim - Moradores que precisam passar por um trecho da Avenida Marechal Rondon, próximo à esquina com Rua Dom Pedro II, no Bairro São Sebastião, em Araputanga-MT, contam os dias para o encerramento do período chuvoso e, esperam que o sol ardente faça seu trabalho para evaporara água que toma conta do local.
Muitos condutores de veículos optam por trafegar sobre o canteiro central, para evitar o volume de água, aparentemnte de profundidade incerta que toma conta da Avenida.
No início da noite de domingo 17 de março, a reportagem passou com veículo pelo local e constatou a pouca atenção que se dá ao trecho, cujo problema remonta há muitos anos. As imagens desta reportagem foram feitas na tarde do dia 19/03/19.
Mesmo quando houve asfalto, que desapareceu por falta de manutenção, o perímetro em questão alagava, porque o serviço feito (mal eito), não contemplou o escoamento da água, resultando na destruição do pavimento submetido à umidade quase constante.
MORADORES RESIGNADOS
É impressionante como os residentes e aqueles que se veem obrigados a passar no trecho de tal Avenida, se resignam (submetem sem revoltar-se, acatam) e, suportam o problema calados, sem manifestar sua indignação aos políticos que, em período de campanha, prometem enfrentar e resolver os problemas que dificultam a vida da população. A população sabe porém, que boa parte daquilo que os políticos dizem, fica apenas no nível da fala.
ASFALTO
A Prefeitura fez, em 2018 asfalto no Bairro São Sebastião, porém, o serviço não alcançou o trecho de cem metros da Avenida Marechal Rondon. No trecho que ora alagado, a Gestão não lançou cascalho para nivelar levantar o nível, obrigando ao escoamento natural da água.
Agora, quando o período das chuvas encerrar seu ciclo, se nada for feito, como em outros anos, restará o buraco no meio da Avenida, pronto para fazer seu serviço (acolher água), quando novas nuvens distribuírem água para irrigar o solo.
Até que o ato descrito acima, aconteça, a grande quantidade de água, permanente sobre a Avenida, é um risco para proliferação dos vetores da dengue, moléstia cuja eliminação é duramente cobrada à população, cujas residências recebem ou deveriam receber visita do agente de endemias, para confirmar efetivas práticas que levam à eliminação do criadouros do Aedes Aegypti.
MOSQUITOS
Água suja alagando a Avenida pode não ser o território preferido para o mosquito da dengue proliferar-se; talvez esse argumento faça com que o odioso do Egito, ignore a quantidade de água parada na via pública e continue a adentrar as casas em busca de água limpa e, parada para botar seus ovos; em tais ambientes, a fiscalização não faz vistas grossas.
É preciso que os moradores fiquem atentos ao índice de infestação, porque certamente o acúmulo do precioso líquido necessário à vida, contribuirá para a proliferação do mosquito.
RISCO PARA TODOS
Se é verdade que o mosquito pode voar longe, em busca de uma vítima que lhe “ofereça sangue”, boa parte dos residentes no Bairro São Sebastião pode, sem saber, estar sob a ameaça do mosquito. Parece mais barato à Gestão, eliminar a água parada da via pública.
HÁ OUTROS PROBLEMAS
A reportagem citou apenas o exemplo da Mal. Rondon no Bairro São Sebastião. Porém, pela cidade há outras vias públicas em sérias dificuldades, devido aos buracos. Para saber melhor é preciso que oleitor visite os Bairros mais distantes do Centro.
